Conturb de volta?

A nossa última postagem faz tempo. Conseguimos acabar com a fábrica de multas em Joinville. Eles mudaram o uniforme e até de nome, mas parece que não mudaram de atitude.

Será que vamos ter que arregaçar as mangas e voltar a trabalhar?

 

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Atenção Joinvilenses!

Não precisamos dizer que este é o nosso primeiro post de 2012. Fica tudo registrado.

Isso é bom. Vemos todas as barbáries cometidas no ano passado pela empresa com fins lucrativos chamada Conurb. Bata consultar os posts anteriores.

E o que mudou?

Aparentemente nada. Ah, mudou sim, de gestão!

Lógico, usam cargos como este para pagar favores. Aparentemente este não somou muito para o pré candidato Francisco de Assis Nunes.

Usando de boa estratégia, é possível reverter o quadro. Basta dizer que foi de vital importância para a criação dos apelidados “parques” da cidade.

Levando em conta que a Conurb é a grande responsável pela urbanização da cidade (apesar de direcionar seus esforços a arrecadação de multas), esse mérito pode ser transplantado (ou parte dele) para o ex Presidente da Conurb.

Com certeza essa será sua bandeira de campanha. “Construção de novos parques”.

Como aqui não tratamos de assuntos políticos (desde que eles não interfiram no sistema), nosso foco sempre será: TRANSPARÊNCIA COM O DINHEIRO PÚBLICO

Gostaria de convocar pessoas interessadas em abraçar o Movimento Conturb, enviando textos, fotos, casos, sugestões, etc.

Se você está entrando agora, dê uma passeada pelos posts antigos, e veja do que estamos falando.

2012 promete, vamos seguir, por mais que muitos não queiram.

Envie seu e-mail para joinville@conturb.com

Contamos com sua participação.

A mais nova modalidade de arrecadação: PARCERIA VERDE

Ola conturbados amigos, estamos de volta!

Antes deste post, deveríamos estar falando sobre o “arboricídio”
que a Conurb Joinville cometeu contra as azaléias da avenida J.K., mas hoje nos
deparamos com esta imagem, que nos chamou muito a atenção.

Recentemente a Conurb, empresa que cuida da urbanização da
cidade, mesmo arrecadando mais de 11 milhões de Reais por ano,  não conseguiu manter o nosso maior patrimônio,
que são os nossos jardins, e por isso os colocou  para adoção.

Partindo do principio de que a adoção é a modalidade
artificial de filiação, que busca imitar a filiação natural, e que no sentido
mais natural é ajudar aos mais necessitados e abandonados, entendemos que uma
luz de oportunidade apareceu para os mais desfavorecidos, certo? -Errado!

Esta ação ironicamente me faz lembrar do Filme “Quem
quer ser um Milionário”.

Lembra daquele senhor bondoso, que oferecia um refrigerante
ao garoto pobre e o levava para um novo lar? Pois bem, esse garoto, na sua mais
pura inocência, aceitava a oferta, e ia viver junto a sua nova família.

Só que logo depois, ele descobre que aquela adoção, tinha um
propósito: -Enriquecer o seu senhorio. De que forma? -Pedindo dinheiro pela
rua. Para incrementar seu negócio, o tal homem chegava a cegar propositalmente
alguns meninos, aumentando assim seus lucros.

Incrível coincidência, não?

O que vemos aqui é um caso muito parecido.

Antes mesmo de cuidar e de tratar o nosso mais novo filho, já
o exploramos  ao máximo.

Colocamos ele “na fogueira”, vendendo ou pedindo
algo. Um show de Milionário e José Rico, quem sabe. Outra triste coincidência?
-Vai saber.

O pior de tudo é mascarar essa “adoção” como
“Parceria Verde”. Mas por onde anda esta tal de Parceria Verde? Só
podem estar zombando com a cara da população. Ja ja vão dizer que somos todos
daltônicos!

Depois que ouvi da boca do Assis, que por falta de
comunicação, a empresa terceirizada, arrancou indevidamente as azaléias do
canteiro central da JK, não duvido de mais nenhuma desculpa esfarrapada.

O que podemos esperar, é que no lugar delas, entrem novas
placas de publicidade, porque essas sim, dão mais lucro do que umas plantinhas
abandonadas. Mais uma vez, vamos ficar sem saber pra onde vai todo esse
dinheiro…

Domingo de Pascóa, e a rua do lazer… (?)

Um dos nossos seguidores e apoiadores do movimento contra a fábrica de múltas instalada em Joinville, constatou que a promessa de fechar a rua Hermann Lepper foi quebrada.

Em pleno domingo de páscoa, a rua permaneceu aberta para o tráfego de veículos, não permitindo assim a sua utilização para a finalidade de lazer, a qual se propõe, conforme vemos nas informações da placa.
Sem contar que a placa encontra-se em local tomado pelo mato, dando total aspecto de abandono.
Os responsáveis por fechar a rua não apareceram. Qual será a desculpa desta vez, já que está se tornando uma constante em nosso dia a dia, essa total falta de respeito e consideração?

Faltou constar nessa placa: -“Divirta-se, a rua é sua (quando a gente quiser).
Não devemos permitir que atitudes assim continuem.
Verdadeiro descaso ao cidadão, que paga seus impostos.

NÃO DEIXE DE PARTICIPAR DESTE MANIFESTO.

Convocamos a todos para o encotro que faremos do manifesto CONTURB

Fiquem atentos ao dia e local, e não deixem de participar. Precisamos acabar de vez com essa fábrica de multas, que descaradamente faz o que quer em nossa cidade.

Estamos tendo apoio de vereadores, deputados e demais autoridades. Por isso não tenham medo de aderir ao movimento.

Lembramos que o uso da camiseta não é obrigatório. Todos podem participar livremente.

Solicitamos o apoio de todos para confecção de material impresso, bandeirolas, banner, cartazes, botons e demais peças que possam ajudar na divulgação.

Participe da sua maneira, mas não deixe de participar.

Roger Robleño

Lider do movimento Conturb, contra a fábrica de multas.